sexta-feira, 20 de maio de 2016

Autoestima

Autoestima é o julgamento que você faz de si mesmo. É autoconfiança, autorespeito, autoaceitação.
É a autoestima que determina se você é capaz de dominar os problemas do dia a dia, como também determina sua capacidade de se respeitar e fazer valer os seus direitos e suas necessidades.
Quanto maior a autoestima maior será a capacidade em lidar como os problemas. Quem nunca teve que lidar um rompimento de relacionamentos, com a solidão, com desemprego, com marido agressivo, com filhos que dão trabalho?

A pessoa com sua autoestima em alta tem mais chance de conseguir lidar com isso tudo de forma mais tranquila.
Flexibilidade é uma das chaves, pois quanto mais flexível você for, mais resistente será à pressão, ao desespero, à derrota. Quanto mais a pessoa se valorizar mais conseguirá ver opções e possibilidades diferentes e superar os problemas da vida.
Quanto maior a autoestima, mais criativo, e quanto mais criativo mais chance de sucesso. Porque criatividade não serve só para pintar quadros, serve para pensar em alternativas para vida.
Quanto mais você se aprovar é possível que mais pessoas goste de você e mais relações saudáveis terá.  Já viram aquela pessoa que todo mundo gosta, parece que atrai gente legal. Ela atrai gente legal porque está legal consigo mesma, porque tem vitalidade, é comunicativa. Por outro lado, já notaram aquela pessoa que não trata ninguém com respeito, observe e você encontra autoestima negativa nesta pessoa.

Quem não gosta de si pode não saber lidar com as outras pessoas.

Benefícios da Neuropsicologia

A neuropsicologia tem como objetivo fornecer dados e formular hipóteses sobre o funcionamento cognitivo do paciente. Esses dados auxiliam na tomada de decisões de profissionais da área da saúde e contribuem para as escolhas de tratamento medicamentoso.  

A avaliação neuropsicológica é recomendada em qualquer caso onde exista suspeita de dificuldade cognitiva de origem neurológica ou comportamental. De acordo com as queixas apresentadas, é utilizado um conjunto de instrumentos ( baterias de testes, escalas) padronizados para avaliação das funções cognitivas, como o desempenho de habilidades de atenção, percepção, linguagem, raciocínio, abstração, memória, aprendizagem, habilidades acadêmicas, processamento da informação, visuoconstrução, afeto, funções motoras e executivas. Esse diagnóstico tem por objetivo poder coletar os dados clínicos para auxiliar na compreensão da extensão das perdas e explorar os pontos intactos que cada patologia provoca no sistema nervoso central de cada paciente. 


A partir desta avaliação neuropsicológica é possível estabelecer tipos de intervenções, de reabilitação particular e específica para o paciente. Com o diagnóstico em mãos é possível realizar as intervenções necessárias junto aos pacientes, para que possam melhorar, compensar, contornar ou adaptar-se às dificuldades e ampliar a convivência do paciente, junto de seus familiares, para que atuem como coparticipantes do processo reabilitatório promovendo a cooperação na inserção ou reinserção do paciente com os demais.


Bianca Alexandrino