terça-feira, 25 de novembro de 2014
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
ESQUIZOFRENIA
O que é esquizofrenia?
Esquizofrenia é uma doença em que o entendimento da realidade esta afetado. É uma das mais graves doenças psiquiátricas por surtos psicóticos, ou seja, o paciente tem delírios e alucinações, o que pode levar a comportamentos de risco para si e para os outros. Causa da Esquizofrenia
A esquizofrenia é uma doença que não tem causa única e definida, ou seja, é complexa e de causa multifatorial. Há fatores genéticos (genes que aumentam o risco de desenvolver a doença) e ambientais.
Como é feito o diagnóstico?
O primeiro surto psicótico costuma acontecer entre os 16 e 25 anos e é precedido por vários sinais que podem ser identificados por familiares e pessoas próximas, como, por exemplo: isolamento, mudança de comportamento e de percepção, estranhamento. O diagnostico precoce é fundamental para eficácia do tratamento e a minimização do sofrimento do doente e de todos os envolvidos.
Qual é o tratamento?
Os medicamentos antipsicóticos são fundamentais para o tratamento da esquizofrenia, pois previnem novos episódios agudos, evitando internações e proporcionam um bom controle dos sintomas. Devem ser combinados com:
- Psicoterapia;
- Terapia ocupacional;
- Grupo de convivência de pacientes e familiares;
- Terapia Familiar.
Ainda não há cura para a esquizofrenia. O tratamento contínuo (durante toda a vida) é o único caminho seguro em direção a uma vida com mais qualidade para o paciente e para seus familiares.
Bibliografia
Fonte: American Psychiatric Association Diagnostic and statistical manual of mental disorders 5. ed. Arlington, VA: American Psychiatric Association; 2013.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
TRANSTORNO DISFÓRICO PRÉ-MENSTRUAL (TDPM)
Alterações relacionadas ao ciclo menstrual, nas emoções, concentração, sono e apetite são alguns exemplos destes transtornos vivenciados por milhões de mulheres (também chamado popularmente de "Transtorno pré-mentrual" ou "TPM"). Disfórico vem de "disforia", que quer dizer inquietude, agitação, mal-estar.
Na maioria das mulheres, essas alterações são percebidas como leves a moderadas; algumas podem ser intensas que atrapalham suas atividades diárias, os relacionamentos sociais, afetivos e sexuais.
Cerca de 2 a 10 mulheres em cada 100 em idade fértil manifestam este transtorno.
DIAGNÓTICO
Feito por entrevista médica, um elemento importante que serve também para afastar a possibilidade de que os sintomas apresentados sejam na verdade decorrentes de allgum outro transtorno (depressão ou ansiedade, por exemplo).
Apresenta vários sintomas: depressão, ansiedade, instabilidade emocional, irritabilidade, fadiga, dificuldade de concentração, desânimo, sensação de descontrole, sintomas físicos (edema ou "inchaço" nos seios ou no corpo, dor de cabeça, dor muscular), alterações do sono e do apetite (para mais ou para menos). Sintomas surgem uma semana antes da menstruação, regredindo completamente depois, causando prejuízo significativo nas atividades diárias ou nos relacionamentos.
TRATAMENTO
Quando leves, os sintomas podem melhorar com modificações no estilo de vida (atividade física regular, parar de fumar, evitar o consumo de bebidas alcoólicas ou cafeína, dormir bem e manter alimentação balanceada e com baixo teor de sal e gordura).
Em casos mais graves ou mais leves, nos quais as mudanças no estilo de vida não foram suficientes, o tratamento é feito pelo uso de antidepressivos ou ansiolíticos, geralmente prescritos por médico psiquiatra. A psicoterapia, geralmente conduzida por um psicólogo, também é muito importante no tratamento.
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
INFORMAÇÃO / CONHECIMENTO
Os estudos mais recentes vêm mostrando que os antidepressivos restauram a capacidade de determinadas áreas do cérebro a fim de contornar rotas neurais cujo funcionamento não está normal, mas essa mudança só trará benefícios se acompanhada de uma mudança do paciente – mudança esta obtida através da psicoterapia.
Essa mudança no “hardware” do cérebro só trará benefícios se houver uma mudança no “software” – o comportamento do paciente – algo que não é suprido pelos antidepressivos, só podendo ser alcançado mediante a psicoterapia ou terapias de reabilitação; O alerta está sendo feito pelo neurocientista Eero Castrén, da Universidade de Helsinque (Finlândia).
Fonte: Rede Psi
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
O QUE LEVA UMA PESSOA A BUSCAR TERAPIA
Às vezes, aquelas angústias que supomos serem só nossas, na verdade, são comuns a outras pessoas. A dor inerente às feridas emocionais podem servir para a lapidação do EU, dependendo do modo como encaramos as situações.
A busca por terapia tanto pode ocorrer quando a pessoa se sente exaurida em seus recursos de enfrentamento, como também, quando ainda se mantém saudável, ao ponto de querer melhorar e aprofundar a busca pelo auto-conhecimento.
Causas para esta busca:
Quando há conflitos internos.
Quando você se sente inseguro, frustrado, mal amado.
Quando a ansiedade é constante (vive como se fosse para uma guerra todos os dias, sem conseguir relaxar).
Quando se angustia diante dos problemas da vida.
Quando não se sente equilibrado e com forças para superar os obstáculos.
Quando você se sente inseguro sexualmente, ou porque não consegue atingir o orgasmo ou por rebaixamento de libido ou por outros problemas do gênero.
Quando falta energia vital e força para viver.
Quando a auto-estima e auto confiança ficam abaladas.
Quando não consegue lidar adequadamente com os eventos estressantes da vida, achando-se incapaz de resolvê-los.
Quando não vê saída para sua vida.
Quando sente que a vida está “travada”, que nada flui direito, nem os relacionamentos, nem a relação com o dinheiro etc.
Quando você se sente desrespeitado, sem conseguir expressar o seu ponto de vista.
Quando as obrigações profissionais, familiares e financeiras parecem estar acima de sua capacidade e você se sente sobrecarregado.
Quando se sente culpado.
Quando o medo e o pânico fazem parte de sua vida.
Quando a infância foi desprovida de atenção e cuidados adequados e os pais foram indiferentes e/ou negligentes ou, simplesmente, não deram conta de atender as suas necessidades emocionais. (Às vezes, não atenderam não por indiferença ou negligência, mas por impossibilidade deles próprios)
Quando se sente abandonado pelas pessoas de seu convívio e sem poder contar com a ajuda das mesmas.
Quando há perdas afetivas e materiais.
Quando a convivência com as pessoas ao seu redor ( familiares, colegas de trabalho ) fica difícil ( as pessoas não o compreendem ).
Quando há dependência emocional e afetiva de outra(s) pessoa (s).
Quando há problemas com os filhos.
Quando a vida de casal fica desinteressante ou com problemas nas diversas áreas.
Nas separações e suas consequências.
Quando há doenças e morte na família.
Quando há comportamentos compulsivos, numa ou mais das seguintes áreas: sexo, compras, bebidas, drogas, comida em excesso.
Quando não consegue se vincular afetivamente aos outros, nem permanecer em relacionamentos afetivos duradouros.
Quando o tão almejado sucesso parece inacessível.
Nos desempregos.
Quando você tem problemas quanto à aceitação da própria orientação sexual e/ou dificuldades em lidar com a maneira como a família encara a questão.
Quando não sabe lidar com o sexo oposto.
Quando é traído.
Quando se sente preterido e injustiçado pela família e/ou no ambiente de trabalho.
Quando agride ou é agredido no ambiente doméstico ou profissional.
Quando se acomoda numa situação (desconfortável), sem tomar providências para mudanças.
Quando tem mudanças repentinas de humor, sem que tenham necessariamente um motivo desencadeante.
Quando é inseguro e falta assertividade.
Quando é inseguro, não consegue ser assertivo em suas relações, devido a necessidade de agradar aos outros e de se sentir aceito
Quando vc sente ou permite que os outros ou o ambiente determinem ou influenciem o seu estado emocional
Quando vc sente uma necessidade constante de auto-afirmação.
E muito mais coisas que fazem parte do ato de viver e conviver.
sábado, 3 de agosto de 2013
TRANSTORNO DO PÂNICO
É um transtorno mental que afeta duas em cada cem pessoas. Tem inicio geralmente em torno dos 25 anos de idade, sendo mais frequente em mulheres.
Caracteriza-se pela presença de ataques de pânico recorrentes, um conjunto de manifestações intensas de ansiedade, com inicio súbito, rico em sintomas físicos e com duração autolimitada em torno de dez minutos. No início, os ataques correm sem qualquer fator desencadeante. Após certo tempo, podem surgir a partir de alguma situação que provoca maior ansiedade no indivíduo.
Diagnóstico
É feito por um profissional especializado.
No exame, será investigada a presença de ataques de pânico recorrentes e inesperados. Eles são caracterizados como episódios súbitos de medo intenso e sensação de morte ou de estar perdendo o controle, associados a palpitações, falta de ar ou opressão no peito, tonturas e formigamentos por todo o corpo, náuseas, vômitos, tremores, sensação de frio ou calor. Além disso, o indivíduo passa a ter medo de novos
ataques, evitando situações que causam ansiedade.
Tratamento
Feito pelo uso de medicações antidepressivas e ansiolíticas, quando necessário. A psicoterapia também é fundamental no tratamento. Quando o transtorno é identificado precocemente e tratado, a possibilidade dos sintomas se cronificarem diminui bastante.
Portanto, o tratamento tem um papel importante na melhora da saúde e da qualidade de vida.
segunda-feira, 17 de junho de 2013
O que é Psicoterapia ?
A psicoterapia é um espaço que vai sendo construído ao longo de encontros entre o psicoterapeuta e a pessoa – quando a psicoterapia é individual – ou entre o psicoterapeuta e um grupo de pessoas – na psicoterapia de grupos.
O intuito da psicoterapia é produzir um conhecimento sobre o sujeito, abarcando diversos aspectos de sua vida, desde reflexões sobre sua existência, busca de autoconhecimento, até tratamentos de psicopatologias, ou de alguma situação difícil que está acontecendo e que ela não tem forças ou meios para lidar com isso [a perda de um ente querido, a descoberta de uma doença grave, uma situação traumática como um roubo, um sequestro].
O intuito da psicoterapia é produzir um conhecimento sobre o sujeito, abarcando diversos aspectos de sua vida, desde reflexões sobre sua existência, busca de autoconhecimento, até tratamentos de psicopatologias, ou de alguma situação difícil que está acontecendo e que ela não tem forças ou meios para lidar com isso [a perda de um ente querido, a descoberta de uma doença grave, uma situação traumática como um roubo, um sequestro].
Com a função de dar apoio à pessoa, a psicoterapia, vai ajudá-la a ver as diversas situações que acontecem em sua vida com outros óculos, com lentes que possibilitam uma imagem mais clara e nítida, e com isso dão segurança no caminhar cotidiano. É, acima de tudo, uma construção conjunta – do paciente e do psicoterapeuta – de saberes sobre a pessoa, de tal modo que se possa fortalecer um vínculo com a terapia, e consequentemente, com os novos conhecimentos produzidos, a fim de criar novos modos de lidar com a realidade, que novos desafios possam ser superados e que processos de melhoras possam se estabelecer.
O psicoterapeuta é um profissional formado, geralmente, em psicologia, ou médico que fez uma formação complementar à residência em psicoterapias. Esse profissional não possui como objetivo de sua conduta dizer o que o paciente tem e o que deve fazer, como um “guia de passo-a-passo”.
O trabalho do psicoterapeuta é fazer uma construção conjunta de conhecimentos sobre a pessoa, porque ninguém sabe mais de sua vida, de sua vivência, de suas experiências, de seus sofrimentos, de suas alegrias, do que ela mesma. São esses conhecimentos, entre outros, que são resgatados e reproduzidos na sessão de psicoterapia. Essa técnica é uma fonte de informações riquíssimas e que muito do sofrimento e dos sintomas das pessoas podem se explicar nesse trabalho conjunto, além de possibilitar rever condutas, sentimentos próprios e de outras pessoas, de compreender e criar possibilidades de lidar com essas situações que já passaram e outras que ainda virão.
Assinar:
Comentários (Atom)


