Paul Ferrini, no livro As 12 Etapas do perdão relata que: "Achamos que nosso maior desafio é perdoar os outros pelo que nos fizeram. Mas essa é só a cereja do bolo.
É fácil perdoar os outros quando você já perdoou a si mesmo.
O processo de perdão começa no seu próprio coração. Ele tem muito pouco a ver com as outras pessoas."
O perdão deve ser de dentro, algo que faz a si mesmo antes de demosntrar aos outros. É incondicional, ato que surge do mais profundo do seu ser, com todo o seu coração. Alivia o peso, a dor que você sente. Te tira do passado e te traz ao presente, afasta as ilusões dando consciência de si mesmo e dos outros.
- O perdão começa no nosso próprio coração. Só depois que nos perdoamos, conseguimos perdoar as outras pessoas ou receber o seu perdão.
- O perdão não é condicional, embora nossa prática di perdão muitas vezes seja.
- O perdão é um processo continuo. Ele vem em resposta a todo julgamento que fazemos contra nós mesmos ou contra as outras pessoas.
- Qualquer gesto de perdão é suficiente. Qualquer coisa que possamos fazer hoje é o bastante. Esse entendimento nos habilita a praticar o perdão com perdão.
Não somos perfeitos para perdoar, porque o perdão é um processo continuo de nossas vidas. Perdoamos, o julgamento volta a ser feito e perdoamos outra vez. Nunca existirá um tempo em que não precisaremos perdoar a nos ou aos outros.
O perdão é uma oportunidade de cura interior. Enquanto não paramos de julgar o outro não liberamos o perdão. "Não vamos parar de julgar tão já, mas podemos começar a ver como estamos feridos por causa dos julgamentos que fazemos. E, por meio da auto-aceitação, podemos envolver em amor essas feridas interiores. Todo ato de aceitação neutraliza alguns julgamentos que fizemos. Todo ato de aceitação abre o nosso coração para o amor. E o amor cura as feridas."
Ferrini, Paul
As 12 etapas do perdão: manual prático para transformar o medo em amor / São Paulo: Pensamentos, 2007.
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