Ø Processo
mental, espiritual;
Ø Deixa
de lado:
• Diferenças;
• Ressentimento;
• Raiva;
• Erros
ou fracassos;
• Exigência
de castigo ou restituição.
Ø de
outras pessoas e de si mesmo, decorrente de uma ofensa recebida;
Para liberar perdão é
necessário:
Ø Perdoar a si mesmo por não ser capaz de perdoar;
Ø Com frequência somos muito duros para com nós
mesmos e os outros, por “não sermos suficientemente espirituais”.
Ø O
processo de crescimento faz sentido; e você não pode dar o segundo passo antes
de dar o primeiro. Peça compreensão ao Eu Interior e, depois, escute a sutil
voz interior. O Eu Interior
nunca assume papel de juiz, não é vingativo, nem indiferente;
Ø Percebe
a situação claramente e quer agir para o maior bem de todo mundo envolvido;
Ø Às
vezes isso pode significar a renúncia a uma relação; outras vezes pode
significar permitir-se amar novamente e fazer o possível para recuperar uma
relação.
Aprendendo a perdoar a si
mesmo
Ø Lembre-se
de que está aprendendo a compreender sua real responsabilidade numa relação ou
situação;
Ø Tendência
a assumir responsabilidade demais pelo que aconteceu ou está acontecendo;
Ø Do
mesmo modo, a dificuldade para perdoar os outros existe, por lhes atribuir
responsabilidade demais, ou os culpando caso algo não saía certo;
Ø Encontrar
uma perspectiva equilibrada em qualquer situação que envolva questões de
responsabilidade e perdão leva tempo, reflexão persistente e a disposição de
considerar novas idéias.
Ø A
verdadeira auto-estima vem, de sabermos que nossa compreensão do Eu, se
aprofunda com a experiência;
Ø Confiar
em seu próprio compromisso pessoal com o crescimento espiritual;
Ø Isto
é demonstrar a você que pode mudar e que sua consciência está evoluindo à
medida que enfrenta os desafios das situações.
As quatro máximas do perdão
ü Achamos
que o nosso maior desafio é perdoar os outros pelo que nos fizeram. Mas essa é
só a cereja do bolo;
1. O perdão começa no nosso
próprio coração. Só depois que nos perdoamos, conseguimos perdoar as outras
pessoas ou receber o seu perdão.
ü É
fácil perdoar os outros quando você já perdoou a si mesmo. Mas é impossível
perdoar os outros se você ainda não perdoou a si mesmo;
2. O perdão não é condicional,
embora nossa prática do perdão muitas vezes seja.
ü O
processo de perdão começa no seu próprio coração. Ele tem muito pouco a ver com
as outras pessoas;
3. O perdão é um processo
contínuo. Ele vem em resposta a todo julgamento que fazemos contra nós mesmos
ou contra as outras pessoas.
ü Se
eu me perdoo, não acho difícil perdoar você. Se consigo remover o ferrão da
culpa e da vergonha do meu coração, posso oferecer essa dádiva a você. Se eu
consigo ver minha própria inocência, posso ver a sua também;
4. Qualquer gesto de perdão é
suficiente. Qualquer coisa que possamos fazer hoje é o bastante. Esse
entendimento nos habilita a praticar o perdão.
1° Pilar: Assumir a
responsabilidade pela própria paz
1) Reconhecer
o medo;
2) Compreender
que o que você quer é amor;
3) Retirar
a projeção;
4) Assumir
a responsabilidade.
2° Pilar: Descobrir a
igualdade entre nós
5) Deixar
de lado a culpa a a autocondenação;
6) Aceitar
a si mesmo e aos outros como são;
7) Ter
disposição para aprender e para compartilhar;
8) Ser
a sua própria autoridade.
3°Pilar: Confiar na sua vida
9) Aceitar
a lição;
10) Reconhecer
que tudo está certo do jeito que é;
11) Olhar
no espelho;
12) Abrir
o coração
4° Pilar: Lembrar-se do amor
de Deus
Gratidão
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