segunda-feira, 17 de junho de 2013

O que é Psicoterapia ?



A psicoterapia é um espaço que vai sendo construído ao longo de encontros entre o psicoterapeuta e a pessoa – quando a psicoterapia é individual – ou entre o psicoterapeuta e um grupo de pessoas – na psicoterapia de grupos. 

O intuito da psicoterapia é produzir um conhecimento sobre o sujeito, abarcando diversos aspectos de sua vida, desde reflexões sobre sua existência, busca de autoconhecimento, até tratamentos de psicopatologias, ou de alguma situação difícil que está acontecendo e que ela não tem forças ou meios para lidar com isso [a perda de um ente querido, a descoberta de uma doença grave, uma situação traumática como um roubo, um sequestro]. 


Com a função de dar apoio à pessoa, a psicoterapia, vai ajudá-la a ver as diversas situações que acontecem em sua vida com outros óculos, com lentes que possibilitam uma imagem mais clara e nítida, e com isso dão segurança no caminhar cotidiano. É, acima de tudo, uma construção conjunta – do paciente e do psicoterapeuta – de saberes sobre a pessoa, de tal modo que se possa fortalecer um vínculo com a terapia, e consequentemente, com os novos conhecimentos produzidos, a fim de criar novos modos de lidar com a realidade, que novos desafios possam ser superados e que processos de melhoras possam se estabelecer.


O psicoterapeuta é um profissional formado, geralmente, em psicologia, ou médico que fez uma formação complementar à residência em psicoterapias. Esse profissional não possui como objetivo de sua conduta dizer o que o paciente tem e o que deve fazer, como um “guia de passo-a-passo”. 

O trabalho do psicoterapeuta é fazer uma construção conjunta de conhecimentos sobre a pessoa, porque ninguém sabe mais de sua vida, de sua vivência, de suas experiências, de seus sofrimentos, de suas alegrias, do que ela mesma. São esses conhecimentos, entre outros, que são resgatados e reproduzidos na sessão de psicoterapia. Essa técnica é uma fonte de informações riquíssimas e que muito do sofrimento e dos sintomas das pessoas podem se explicar nesse trabalho conjunto, além de possibilitar rever condutas, sentimentos próprios e de outras pessoas, de compreender e criar possibilidades de lidar com essas situações que já passaram e outras que ainda virão.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Síndrome de Burnout


É um distúrbio psíquico de caráter depressivo, precedido de esgotamento físico e mental intenso, definido por Herbert J. Freudenberger como "(…) um estado de esgotamento físico e mental cuja causa está intimamente ligada à vida profissional".


A síndrome de Burnout, também chamada de síndrome do esgotamento profissional, foi assim denominada pelo psicanalista nova-iorquino, Freudenberger, após constatá-la em si mesmo, no início dos anos de 1970.
A dedicação exagerada à atividadeprofissional é uma característica marcante de Burnout, mas não a única. O desejo de ser o melhor e sempre demonstrar alto grau de desempenho é outra fase importante da síndrome: o portador de Burnout mede a auto-estima pela capacidade de realização e sucesso profissional. O que tem início com satisfação e prazer, termina quando esse desempenho não é reconhecido. Nesse estágio, necessidade de se afirmar, o desejo de realização profissional se transforma em obstinação e compulsão.
São doze os estágios de Burnout:
  • Necessidade de se afirmar ou provar ser sempre capaz
  • Dedicação intensificada - com predominância da necessidade de fazer tudo sozinho e a qualquer hora do dia (imediatismo);
  • Descaso com as necessidades pessoais - comer, dormir, sair com os amigos começam a perder o sentido;
  • Recalque de conflitos - o portador percebe que algo não vai bem, mas não enfrenta o problema. É quando ocorrem as manifestações físicas;
  • Reinterpretação dos valores - isolamento, fuga dos conflitos. O que antes tinha valor sofre desvalorização: lazer, casa, amigos, e a única medida da auto-estima é o trabalho;
  • Negação de problemas - nessa fase os outros são completamente desvalorizados, tidos como incapazes ou com desempenho abaixo do seu. Os contatos sociais são repelidos, cinismo e agressão são os sinais mais evidentes;
  • Recolhimento e aversão a reuniões (anti-socialização);
  • Mudanças evidentes de comportamento (dificuldade de aceitar certas brincadeiras com bom senso e bom humor);
  • Despersonalização (evitar o diálogo e priorizar e-mails, mensagens, recados etc);
  • Vazio interior e sensação de que tudo é complicado, difícil e desgastante;
  • Depressão - marcas de indiferença, desesperança, exaustão. A vida perde o sentido;
  • E, finalmente, a síndrome do esgotamento profissional propriamente dita, que corresponde ao colapso físico e mental. Esse estágio é considerado de emergência e a ajuda médica e psicológica uma urgência.



Quadro Clínico da Síndrome de Burnout
1. Esgotamento emocional, com diminuição e perda de recursos emocionais
2. Despersonalização ou desumanização, que consiste no desenvolvimento de atitudes negativas, de insensibilidade ou de cinismo para com outras pessoas no trabalho ou no serviço prestado.
3. Sintomas físicos de estresse, tais como cansaço e mal estar geral.
4. Manifestações emocionais do tipo: falta de realização pessoal, tendências a avaliar o próprio trabalho de forma negativa, vivências de insuficiência profissional, sentimentos de vazio, esgotamento, fracasso, impotência, baixa autoestima.
5. É freqüente irritabilidade, inquietude, dificuldade para a concentração, baixa tolerância à frustração, comportamento paranóides e/ou agressivos para com os clientes, companheiros e para com a própria família.
6. Manifestações físicas: Como qualquer tipo de estresse, a Síndrome de Burnout pode resultar em Transtornos Psicossomáticos. Estes, normalmente se referem à fadiga crônica, freqüentes dores de cabeça, problemas com o sono, úlceras digestivas, hipertensão arterial, taquiarritmias, e outras desordens gastrintestinais, perda de peso, dores musculares e de coluna, alergias, etc.
7. Manifestações comportamentais: probabilidade de condutas aditivas e evitativas, consumo aumentado de café, álcool, fármacos e drogas ilegais, absenteísmo, baixo rendimento pessoal, distanciamento afetivo dos clientes e companheiros como forma de proteção do ego, aborrecimento constante, atitude cínica, impaciência e irritabilidade, sentimento de onipotência, desorientação, incapacidade de concentração, sentimentos depressivos, freqüentes conflitos interpessoais no ambiente de trabalho e dentro da própria família.

Características da personalidade (Fatores Individuais) associadas a altos índices de Burnout*
Padrão de Personalidade
Pessoas competitivas, esforçadas, impacientes, com excesso de necessidade em ter o controle da situação, dificuldade de tolerância das frustrações.
Envolvimento
Pessoas empáticas e agradáveis, sensíveis e humanos, com alta dedicação profissional, altruístas, obsessivos, entusiasmados.
Pessimismo
Costumam destacar aspectos negativos, suspeitam sempre do insucesso, sofrem por antecipação
Perfeccionismo
Pessoas muito exigentes com si mesmas e com os outros, intolerância aos erros, insatisfeitas com os resultados.
Grande expectativa profissional
Pessoas com grande chance de se decepcionarem
Centralizadores
Pessoas com dificuldade em delegar tarefas ou para trabalhar em grupo
Passividade
Pessoas sempre defensivas, tendem à evitação diante das dificuldades
Nível educacional
São mais propensas pessoas com maior nível educacional
Estado civil
As pessoas solteiras, viúvas ou divorciadas são mais propensas ao Burnout
*Trigo TR, Teng CT, Hallak JEC, Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos, Rev. Psiq Clinica, vol.34, no.5, 2007.

para referir:
Ballone GJ -Síndrome de Burnout - in. PsiqWeb, Internet, disponível em www.psiqweb.med.br, revisto em 2009.

TRISTEZA OU DEPRESSÃO.


QUAL A DIFERENÇA?
Não há um meio absolutamente seguro de fazer tal distinção. Apesar da ampla divulgação de critérios para identificar a depressão, esse diagnóstico sempre depende da interpretação do profissional que examina o caso. Uma definição das duas condições pode mostrar algumas diferenças genéricas entre elas. A TRISTEZA é um estado afetivo desconfortável vivido como um sentimento de pesar, de dor psíquica e moral, geralmente relacionado a algo que contraria o que um indivíduo acredita almejar. Ela pode produzir sentimento de impotência, vontade de chorar, expectativa negativa quanto a eventos futuros, entre outros aspectos. A tristeza dá colorido à existência humana, sendo, portanto, um acontecimento normal. O que se convencionou chamar de DEPRESSÃO, por sua vez, é um estado patológico no qual a vida afetiva perde, em boa parte, sua plasticidade. ENQUANTO A TRISTEZA NÃO IMPEDE QUE ALGUÉM VIVA OUTRAS EMOÇÕES QUANDO O CONTEXTO SE ALTERA, A DEPRESSÃO COSTUMA CAUSAR SENTIMENTOS SOMBRIOS A MAIOR PARTE DO TEMPO, e os que a experimentam têm grande dificuldade para recuperar o prazer, a alegria e outros afetos. Outra diferença comumente observada diz respeito ao fato de a depressão estar menos correlacionada que a tristeza a episódios conhecidos da vida. É frequente que uma pessoa deprimida tenha dificuldade de ligar o que sente a algum acontecimento específico que tenha vivido antes da apresentar o quadro. 
AMANHÃ VAI SER OUTRO DIA... 
Saiba mais:
http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2011/278/tristeza-ou-depressao

(Neurociências aplicadas a longevidade, reabilitação e aprendizagem)

ESTRESSE, ENVELHECIMENTO E O EXERCÍCIO FÍSICO.

O estresse crônico está associado a diversas DOENÇAS CARDIOVASCULARES, METABÓLICAS E TRANSTORNOS DE HUMOR E O ENVELHECIMENTO. O estresse crônico é uma característica dos seres humanos e dos animais e é ativado em situações reais de perigo (luta e fuga). Os antílopes só ativam seus sistemas de luta e fuga (produção de adrenalina/noradrenalina/cortisol) quando estão na presença de um predador. No momento em que o predador não está presente, este sistema é desativado e volta-se a viver normalmente. Os seres humanos ativam este mesmo sistema em situações de estresse mental, ONDE PROBLEMAS QUE AINDA NÃO ACONTECERAM, E TALVEZ NUNCA ACONTEÇAM, SEJAM RECEBIDOS COMO GRANDES AMEAÇAS. Com isso, temos taquicardia (coração acelera), a pressão arterial se eleva, a frequência respiratória aumenta, aumenta-se a produção e concentração de plaquetas circulantes no nosso organismo que se prepara para a luta ou a fuga, mas nós continuamos no mesmo lugar. Este estresse desnecessário gera doenças cardiovasculares, metabólicas, úlceras, diminuição de libido, insônia, depressão e acelera o processo de ENVELHECIMENTO.

QUAL O CAMINHO? QUAL A SOLUÇÃO?
Uma das formas de proteção dos efeitos deletérios do estresse é através da prática de exercício físico. Este tem a capacidade de ativar substâncias importantes como a SEROTONINA, as endofirnas e, também, como se sabe através de estudos, que o exercício físico ativa a produção de BDNF (fator neurotrófico do cérebro) que estimula a FORMAÇÃO DE NOVOS neurônios, num processo chamado de NEUROGÊNESE, especificamente no HIPOCAMPO que é uma área responsável pelo “armazenamento e decodificação” das memórias. 
A solução é simples e está ao alcance de todos! FAÇAM EXERCÍCIOS FÍSICOS E TENHAM UMA VIDA COM MENOS ESTRESSE!
*Não se esqueçam do repouso e da boa alimentação.


Saiba mais:
1. http://www.actamedicaportuguesa.com/pdf/2011-24/suplemento-4/983-988.pdf
2. http://noticias.r7.com/saude/noticias/exercicio-fisico-breve-reduz-impactodo-estresse-sobre-envelhecimento-celular-20100528.html
3. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922007000500014
4. http://www.terra.com.br/istoe-temp/edicoes/1962/imprime52073.htm
5. http://www.actamedicaportuguesa.com/pdf/2011-24/suplemento-4/983-988.pdf

(Neurociências aplicadas a longevidade, reabilitação e aprendizagem)

segunda-feira, 18 de março de 2013

TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE


O que é TDAH?

Um transtorno neuropsiquiátrico que se caracteriza pela presença de desatenção, hiperatividade e impulsividade. Gera impacto tanto na vida dos portadores, como das pessoas que convivem com ele. Este transtorno permanece até a vida adulta, trazendo prejuízos no trabalho, no convívio familiar e nas relações interpessoais. Quanto mais tempo para ser tratado, maior a probabilidade de outros transtornos se associarem ao TDAH, estes são chamados de co-morbidades.

SUBTIPOS:

A partir dos critérios do DSMIV; 6/9 para desatentos, 6/9 para hiperativos/impulsivos e 6 sintomas, no total, para o tipo combinado. Os critérios foram elaborados baseando-se na observação de crianças e adolescentes, por isso há controvérsias se eles devem ser considerados da mesma forma para adultos. Há o Predominantemente Desatento, Predominantemente Hiperativo/Impulsivo e o subtipo Combinado.
     
CRITÉRIOS DIAGNÓSTICOS:

Diagnóstico dimensional, ou seja, há diferentes intensidades dos sintomas, com diferentes graus de repercussão na vida.
                              
Causas que conduzem ao TDAH:

 São muito variadas, mas o maior peso, segundo estudos, está na hereditariedade. Estudos revelam que 60% a 70% dos casos de TDAH persistem na vida adulta.
Os sintomas de hiperatividade/impulsividade podem diminuir no final da adolescência, porém os adultos mantêm a tríade: distração, inquietação e impulsividade, em graus variados.
 Na vida adulta os sintomas aparecem nas atividades próprias desta faixa etária.

 Existe correspondência entre os sintomas infantis (como descrito no DSM-IV) e aqueles na vida adulta.

 Ex.: a inquietação que aparece na criança (não ficar muito tempo sentada e andar pela sala de aula) pode corresponder, no adulto, ao excesso de atividades e/ou trabalho; a impulsividade da criança vista em agressões físicas pode corresponder a rompimento prematuro de relacionamentos ou a abandonos freqüentes de emprego.

 “Adultos com TDAH apresentam comprometimento de funções executivas, que correspondem: ativação para tarefas, persistência, planejamento, organização, auto-monitoramento, controle de impulsos, estabelecimento de prioridades, tomada de decisões, integração de diferentes atividades mentais de momento a momento, entre outros”. Esses prejuízos levam a dificuldade no manejo do tempo e em cumprir obrigações, dificuldade em executar tarefas que anteriormente foram pensadas, etc.

É importante sempre avaliar os contextos possíveis onde aparecem os sintomas: vida conjugal, família, trabalho, vida social. Quanto mais áreas afetadas, maior a gravidade.

TRATAMENTO:

Existem formas de tratamento; medicamentoso ou psicoterápico. Porém, a melhor forma de tratamento é o combinado. Ponto importantíssimo do tratamento é o psicoeducativo, tanto para o paciente quanto para quem convive com ele.

 MEDICAMENTO:

A medicação mais utilizada para o tratamento é o estimulante , Metilfenidato (Ritalina ), este vai regular , equilibrar o nível de dopamina e noradrenalina nas várias áreas cerebrais envolvidas no transtorno. Este medicamento traz efeito eficaz na manutenção da atenção, reduz a hiperatividade/impulsividade e podendo melhorar também a coordenação motora. Os benefícios do medicamento são muito maiores do que os efeitos colaterais, mas, se eles forem intoleráveis deve ser discutida com o médico a possibilidade de troca (há formulações que costumam dar menos efeitos colaterais – custo maior) ou associação com outras classes de medicações na tentativa de eliminar tais efeitos.
           
TERAPIA:

A terapia mais aconselhável para se tratar o TDAH é a terapia cognitivo-comportamental que vai orientar o indivíduo sobre o que é o transtorno e como lidar com os prejuízos. Elaborar estratégias para se conviver melhor com o transtorno, uma vez que não tem cura.

Este grupo tem como proposta realizar sessões estruturadas, com objetivos bem definidos para o desenvolvimento de habilidades que auxiliarão no dia-a-dia do portador; o trabalho é árduo, requer tarefas e é o único baseado em evidências de melhora; será necessário insistência e perseverança e cada um do grupo, junto com os terapeutas, auxiliará neste processo.
  
CO-MORBIDADES:

Co-morbidade é um termo utilizado para determinar a ocorrência de dois ou mais transtornos em um mesmo indivíduo. Este diagnóstico tem grande impacto no manejo do indivíduo com TDAH, pois é essencial lembrar que a presença de co-morbidades implica em tratamento específico para o segundo diagnóstico. As co-morbidades são:

- Transtorno desafiador de oposição (TDO)
- Transtorno de conduta (TC)
- Abuso de substância
- Depressão
- Transtorno de humor bipolar
- Transtorno de ansiedade
 - Transtornos de tiques (TT)

O TDAH não tem cura, mas pode ser administrado. Procure ajuda especializada.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Autoconceito - Motivação - Autoestima


Autoconceito
ž  É uma avaliação que uma pessoa faz sobre ela mesma. Essa avaliação é segundo atitudes que formou através de suas experiências.
ž  Conjunto de valores e crenças
Como se forma o autoconceito
ž  É um processo lento que desenvolve a partir das experiências pessoais desde criança e da reação dos outros ao seu comportamento;
ž  A maneira como os outros reagem ao seu comportamento, aprovando ou desaprovando-o. Pela indicação de um rótulo frequentemente um adulto a força a viver de acordo com o modelo que a rotulou.
ž  Seria bom se os adultos retirarem de seus vocabulários termos como: mentiroso, irresponsável, preguiçoso e outros. Ao fazer criticas e elogios, deverão referir-se aos atos da criança e não à sua personalidade ou ao  seu caráter.
ž  Há pessoas que afetam o autoconceito que a criança desenvolve: são pessoas que exercem autoridade em sua vida e cuja opiniões a criança respeita.
Consequências
ž  Esse conceito é importante, pois por meio dele uma pessoa começa a fazer algo ou deixa de fazer;
ž  Você age conforme o autoconceito que você tem de você. Um menino que se vê como bom aluno não pode fazer uma mal trabalho, pois assim entraria em conflito com seus valores dominantes, de ser bom aluno e assim responsável.
Regras em relação aos elogios
ž  Ao elogiar, aprecie atos específicos. Não avalie traços de caráter;
ž  O elogio produtivo reconhece os sentimentos da pessoa e descreve seu desempenho;
ž  Somente elogio que não julga o caráter e não avalia sua personalidade torna seguro para errar sem medo e recuperar-se sem ansiedade;
ž  É necessário elogio que aprecie e não que compara ou condescende.
MOTIVAÇÃO
Definição: “É o conjunto de fatores aos quais agem entre si, e determinam a conduta dos indivíduos”. (Aurélio)
É o interesse, o entusiasmo que você tem para agir e se mover em direção as mudanças positivas necessárias para sua vida.
ž  MOTIVAÇÃO: (motivo+ação) é o objetivo que alguém tem para fazer alguma coisa.
ž  PERSISTÊNCIA: caracteriza-se por ser uma fonte inesgotável de energia.
ž  DISCIPLINA: mais do que conhecimento de regras e regulamentos. A disciplina é o nível de consciência da importância de uma atitude positiva
COMO ESTÁ HOJE A SUA MOTIVAÇÃO?
FAÇA UMA AVALIAÇÃO DE SUA MOTIVAÇÃO
PARA INICIAR AS MUDANÇAS EM SUA VIDA.
INCENTIVOS – Estímulos.
Estímulos podem ser  NEGATIVOS  OU  POSITIVOS
CONCEITO DE SUCESSO
ž  Ser feliz durante diferentes momentos da vida.
EXPERIÊNCIA  -   COGNIÇÃO/EMOÇÃO
MOTIVAÇÃO    -    COMPORTAMENTO
AUTOESTIMA
ž  Autoestima é a sua autoimagem, ou seja, como você se sente através de seus pensamentos e sentimentos com relação a você mesmo.
    PENSAMENTOS POSITIVOS
    * EU SOU BONITO;
    * EU SOU ESPERTO;
    * EU APRENDO COM MEUS ERROS;
    * EU SOU DIVERTIDO;
    * EU SOU LEGAL.   
Quanto mais positivos os seus pensamentos sobre você mesmo, mais alta será sua AUTO-ESTIMA!                  
 PENSAMENTOS POSITIVOS PODEM FAZER VOCÊ SE SENTIR:
ž  CAPAZ, PRODUTIVO;
ž  AMADO, EFICIENTE;
ž  VALORIZADO;
ž  ORIGINAL;
ž  CRIATIVO;
ž  COMPETENTE.
A AUTOESTIMA PODE SER MELHORADA!
   
ASPECTOS COMUNS DE BOA AUTO –ESTIMA
ž  AUTO-CONFIANÇA
 Pessoas com boa autoestima frequentemente têm confiança em suas aptidões. Elas tentarão novas experiências até o sucesso.
ž  BOM DESEMPENHO
É o resultado de esforços contínuos para realizar projetos e objetivos. Os sucessos resultantes são um reflexo dos esforços e habilidades da pessoa.
ž  VISÃO CORRETA
Reconhecer seu próprio valor.
Saber que coisas boas acontecem também para si.
NÃO DEIXE QUE UMA PERCEPÇÃO INADEQUADA TE PUXE PARA BAIXO!
- VOCÊ DEVE SENTIR-SE BEM PELA PESSOA QUE VOCÊ É!
EM GERAL EXPERIÊNCIAS POSITIVAS E RELACIONAMENTOS GRATIFICANTES
AJUDAM A AUMENTAR A AUTOESTIMA. É NECESSÁRIO TEMPO.
ENRIQUEÇA SUA VIDA!!!!
A BOA AUTOESTIMA E SENTIR-SE BEM CONSIGO, POSSIBILITA QUE VOCÊ ACEITE DESAFIOS!!!
É AGRADÁVEL ESTAR POR PERTO DE PESSOAS FELIZES, SENTINDO-SE BEM.
VOCÊ ESTARÁ PROPENSO A ENCONTRAR NOVOS AMIGOS, A SER MAIS CONFIANTE E ABERTO E DESENVOLVERÁ BONS RELACIONAMENTOS.
AUTOESTIMA EM ALTA
VOCÊ PODE:
¬  SER A PESSOA QUAL VOCÊ QUER SER;
¬  CONHECER MELHOR OS OUTROS;
¬  DOAR-SE AOS OUTROS
¬  MANTENHA A AUTO-CONFIANÇA!
¬  ACREDITE QUE VOCÊ PODE FAZER ALGO!
PERMANEÇA FLEXÍVEL!
MUDAR É POSSÍVEL!!

quarta-feira, 6 de março de 2013

Mecanismos de Defesa / Dependência Química

Negação
         Dependente Químico  – nega a doença
         Família – Nega a doença e o DQ
Minimização
         Diminui os problemas, a doença os fatos e os conflitos.
         Ex – Quebra tudo e diz que sobraram alguns móveis 
         “Já perdeu vários empregos, mas agora vai dar tudo certo”.
         Ainda bem que não gastou todo o dinheiro da indenização”.
Manipulação
         provoca emoções no outro para que o outro faça exatamente o que ele quer, por meio de uma habilidosa mistura de charme, lagrimas, e raiva.
         Vê-se como vitima.
Racionalização
         é natural racionalizar o que consideramos falhas e fraquezas, para que não possamos parecer anormais diante dos outros.
         Ex – DQ – inventa estórias para beber
         “ bebo porque sou empresário, isso faz parte do meu trabalho”
                       Família
         “ele bebe porque o chefe o convida para beber todo fim de tarde”.
Intelectualização
         Usa conceitos e linguagens difíceis e termos complicados para justificar o uso.
         Ex – o avô morreu com 80 anos bebendo. O mesmo na Itália sempre fez uso da bebida.
Desfocalização
         Desvia atenção para outra pessoa, e da importância para problemas externos.
         Ex – Fica preocupado pois se ficar internado não poderá trabalhar ou estudar.
Somatização
         Sente dores físicas para não lidar com os problemas
         Ex – Durante a internação deseja terminar tratamento dentário que há muitos anos iniciou, e que sempre o interrompia por uso da droga.
    Sente fortes dores de cabeça, necessitando medicamentos para aliviar a dor.
Projeção
         Transfiro meus defeitos, dificuldades e culpa para os outros, vejo no outro o que não quero em mim mesmo.
         Ex – Na impotência sexual, a culpa é a esposa, ela tem outro.
    Falta de dinheiro porque a família gasta muito
Repressão
         O bloqueio inconsciente de situações em momentos que são dolorosos demais para serem lembrados.
         Ex – deixou de participar do ultimo aniversario do filho
          Na ultima festa de final de ano, agrediu a esposa na frente dos familiares.
Apagamentos
         Amnésia parcial ou total.
         Ex – Lembranças de fatos de 10 anos atrás, mas não consegue lembrar-se de como estacionou o carro na garagem na noite anterior.
Memória Eufórica
         Tem lembranças dos momentos agradáveis com a droga, esquecendo o sofrimento.